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	<title>Safra &#8211; Cooperativa Casul</title>
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	<description>A Essência do Agronegócio!</description>
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	<title>Safra &#8211; Cooperativa Casul</title>
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		<title>Brasil deve colher 120 milhões de toneladas de soja!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Casul]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2022 20:43:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[De Olho no Agro!  Brasil deve colher 120 milhões de toneladas de soja, diz secretário da Agricultura do Paraná! Nesta quinta-feira (3), o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab) do Paraná, Noberto Ortigara, usou as redes sociais&#8230;]]></description>
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<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="3aqj3-0-0">
<h3 class="noticeSubtitle">De Olho no Agro! <span class="pq6dq46d tbxw36s4 knj5qynh kvgmc6g5 ditlmg2l oygrvhab nvdbi5me sf5mxxl7 gl3lb2sf hhz5lgdu"><img decoding="async" src="https://www.facebook.com/images/emoji.php/v9/t69/1/16/1f331.png" alt="&#x1f331;" width="16" height="16" /></span><span class="pq6dq46d tbxw36s4 knj5qynh kvgmc6g5 ditlmg2l oygrvhab nvdbi5me sf5mxxl7 gl3lb2sf hhz5lgdu"><img decoding="async" src="https://www.facebook.com/images/emoji.php/v9/t49/1/16/1f441.png" alt="&#x1f441;" width="16" height="16" /></span></h3>
<p class="noticeSubtitle">Brasil deve colher 120 milhões de toneladas de soja, diz secretário da Agricultura do Paraná!</p>
<p>Nesta quinta-feira (3), o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab) do Paraná, Noberto Ortigara, usou as redes sociais para falar sobre a situação da safra de soja no Paraná e no Brasil.</p>
<p>Segundo o secretário, a safra 2021/22 de soja no Brasil deve ficar ficar próxima de 120 milhões de toneladas. “Concluímos, hoje, mais uma avaliação da safra de soja, no Paraná. Perdas estimadas em 42%, ou 8.886.000 toneladas. A colheita deve ficar em 12.145.000 de toneladas. Os três estados do Sul e Mato Grosso do Sul perderam, em conjunto, 21.514.000 t, ou 37,7% da estimativa inicial. Com isso, a safra nacional deve ficar próxima de 120.000.000 de toneladas, se não houver boa compensação pelos Estados do Centro-Oeste, Norte e Nordeste. A perda no Sul é bilionária, ultrapassando R$ 65 bilhões, um baque na renda dos agricultores e na economia”, escreveu o secretário.</p>
<p>Leia Mais em: <a class="oajrlxb2 g5ia77u1 qu0x051f esr5mh6w e9989ue4 r7d6kgcz rq0escxv nhd2j8a9 nc684nl6 p7hjln8o kvgmc6g5 cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x jb3vyjys rz4wbd8a qt6c0cv9 a8nywdso i1ao9s8h esuyzwwr f1sip0of lzcic4wl gpro0wi8 py34i1dx" tabindex="0" role="link" href="http://www.canalrural.com.br/noticias/agricultura/brasil-deve-colher-120-milhoes-de-toneladas-de-soja/?fbclid=IwAR2Dhw4SslI-pFhum2zg0Q3acI95jqNO_x3NykayEo-F0u7VMRSvFZBwx0I" target="_blank" rel="nofollow noopener">http://www.canalrural.com.br/&#8230;/brasil-deve-colher-120&#8230;/</a></p>
<p>Cooperativa Casul &#8211; A Essência do Agronegócio! <span class="pq6dq46d tbxw36s4 knj5qynh kvgmc6g5 ditlmg2l oygrvhab nvdbi5me sf5mxxl7 gl3lb2sf hhz5lgdu"><img decoding="async" src="https://www.facebook.com/images/emoji.php/v9/t69/1/16/1f331.png" alt="&#x1f331;" width="16" height="16" /></span><span class="pq6dq46d tbxw36s4 knj5qynh kvgmc6g5 ditlmg2l oygrvhab nvdbi5me sf5mxxl7 gl3lb2sf hhz5lgdu"><img decoding="async" src="https://www.facebook.com/images/emoji.php/v9/t5f/1/16/1f95c.png" alt="&#x1f95c;" width="16" height="16" /></span></p>
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		<title>Você aplica fósforo no milho safrinha?</title>
		<link>https://cooperativacasul.com.br/voce-aplica-fosforo-no-milho-safrinha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Casul]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Oct 2021 19:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[De olho no agro]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[casul]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde que a cultura do milho passou a ser o cereal mais produzido no mundo, com cerca de 1 bilhão de toneladas no ano (CONTINI et al., 2019) o interesse por soluções que contribuam para o incremento da sua&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que a cultura do milho passou a ser o cereal mais produzido no mundo, com cerca de 1 bilhão de toneladas no ano (CONTINI et al., 2019) o interesse por soluções que contribuam para o incremento da sua produtividade só tem aumentado. Tais soluções passam pelo melhoramento vegetal que anualmente lança novos híbridos com maiores potenciais produtivos e novos eventos genéticos que contribuem para o melhor manejo e produtividade, assim como adaptação em regiões com condições climáticas menos favorecidas. No entanto, os aumentos anuais verificados passam também por melhorias nas tecnologias de agricultura de precisão, controle fitossanitário, correção do solo e nutrição de plantas. No tema correção de solo e nutrição de plantas um grande percurso já foi traçado na evolução dos manejos. </p>
<p>Porém, ainda há uma grande parcela de produtores que está deixando de produzir mais por negligenciar manejos básicos como, por exemplo, a prática da adubação fosfatada no milho de segunda safra. Nesse sentido, conhecer a importância do fósforo no manejo, bem como suas funções e potenciais de incremento de produtividade se faz necessário.</p>
<p>O Fósforo (P) é fundamental para potencializar o processo fotossintético da cultura do milho, e consequentemente para sua produtividade. Este nutriente está presente em estruturas do tecido vegetal, como por exemplo, os fosfolipídios, responsáveis na estruturação da membrana plasmática, bem como, faz parte da ATP, responsável pela ativação energética da planta. Em casos de deficiência, os sintomas encontrados no campo são o surgimento de manchas verde-escura à arroxeadas nas folhas mais velhas e colmos, e é uma ferramenta importante para diagnose visual para os agricultores.</p>
<p>Sendo assim, o fósforo desempenha papel importante no metabolismo, contribui para a ativação da fotossíntese e crescimento das estruturas vegetais como raízes e parte aérea que favorecerão tanto o estabelecimento da cultura quanto os incrementos de produtividade.</p>
<p>Há diversos fatores responsáveis pelos teores naturais de P no solo, como a rocha de origem, textura e qualidade da argila, grau de exposição ao tempo, erosão e condições climáticas, ou seja, fatores intempéricos, e até mesmo a retirada de P por plantas. O elemento é encontrado em duas formas no solo, conhecidos por P-Lábil e P-não-Lábil. O P-Lábil é a forma em que o Fósforo consegue ser disponibilizado para a solução, onde a planta efetivamente absorve o nutriente. Já o P-não-Lábil é o<br />
Fósforo que está fortemente adsorvido aos coloides do solo e fica indisponibilizado para as culturas. Visto que a maioria dos solos brasileiros são tropicais, os quais passaram pelos processos de intemperismos por um longo período. Assim, um grande problema deste nutriente nos solos tropicais se dá pela rápida mudança de P-Lábil para P-não-Lábil podendo em 15 dias após a aplicação de fertilizantes fosfatados chegar a 50% da dose já transformada e indisponibilizada (GONÇALVES et al., 1989).</p>
<p>Plantas de crescimento acelerado e ciclo curto, como o milho, demandam de P disponível de forma rápida, entretanto, há uma dificuldade de encontrar este nutriente na forma disponível do solo, devido a sua baixa mobilidade, sendo em muitos casos o fator limitante de desenvolvimento da cultura. Em solos brasileiros, há ainda maiores problemas com sua absorção, pois os solos apresentam altas taxas de óxido e hidróxido de Ferro e Alumínio, moléculas com alta afinidade em se ligar com o fósforo, dessa forma indisponibilizam o nutriente na solução do solo e, consequentemente, para a nutrição das plantas. </p>
<p>Nesse sentido, para que a cultura não sofra da deficiência de fósforo, que ocasionaria decréscimos no crescimento e produtividade, se faz necessário o manejo adequado de fertilizantes fosfatados para atender à demanda nutricional das culturas. Visto isto, fica evidente a importância do uso de fontes fosfatadas eficientes na adubação, somado ao fato que o investimento com fertilizantes corresponde à cerca de 30% da produção. Portanto, é importante a escolha de fertilizantes fosfatados de maior eficiência para atender suas expectativas de alta produtividade. </p>
<p>Para atender da melhor forma a demanda do produtor rural e os desafios no manejo de fósforo para o milho safrinha, a Mosaic Fertilizantes dispõe no seu portifólio um produto há mais de dez anos no mercado, o Microessentials, um diferente conceito em fertilizantes fosfatados. De forma equilibrada e num único granulo, o Microessentials disponibiliza para a planta quantidades adequadas de Nitrogênio, Fósforo e Enxofre. </p>
<p>Um importante diferencial do Microessentials frente aos fertilizantes convencionais como fosfato monoamônico (MAP), Superfosfato Triplo e Superfosfato Simples, é a alta % da solubilidade em água do total de fósforo garantido por cada fonte. Na tabela 1, é possível verificar essas diferenças sendo que o Microessentials apresenta 94% de todo o fósforo garantido em solúvel em água, enquanto o MAP, Superfosfato Triplo e Superfosfato Simples apresentam apenas 84,6%, 78,3% e 70% respectivamente. Tal superioridade do Microessentials favorece a rápida absorção pelas plantas, aumentando a eficiência do uso de Fósforo adicionado via fertilizante.</p>
<p>Uma pesquisa realizada na Universidade de Manitoba, no Canadá, por He et al. (2002) Mostra um aumento de 12 a 48% de fósforo disponível para as plantas quando foi usado o Microessentials em relação ao MAP, caracterizando maiores absorção do nutriente para as culturas estudadas. Isso ocorre devido a maior solubilidade do Fósforo do Microessentials, favorecendo assim a absorção pelas culturas. Em 3 anos e 148 campos de pesquisas internas da Mosaic Fertilizantes foi obtido valor médio de incrementos de 6 sacas por hectare na produtividade de milho safrinha quando o Microessentials foi comparado a outros fertilizantes fosfatados.</p>
<p>Sendo assim, é de fundamental importância a utilização de fósforo na cultura do milho safrinha para obter-se sempre rendimento próximo ao ideal. Ressalta-se que a utilização de fertilizantes fosfatados de alta tecnologia com credibilidade no mercado tem se tornado a opção mais atrativa e viável para o alcance de maiores rendimentos da lavoura. </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estado de SP deve aumentar em 2,06% produção de culturas anuais</title>
		<link>https://cooperativacasul.com.br/estado-de-sp-deve-aumentar-em-206-producao-de-culturas-anuais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Casul]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Aug 2021 20:24:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[casul]]></category>
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					<description><![CDATA[Estado de SP deve aumentar em 2,06% produção de culturas anuais A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA) e da Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CATI/CDRS), divulga&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="itemIntroText">
<div class="itemIntroText">
<h4 class="page-title">Estado de SP deve aumentar em 2,06% produção de culturas anuais</h4>
<p>A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA) e da Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CATI/CDRS), divulga o terceiro levantamento da previsão e estimativa de safra agrícola para as principais culturas cultivadas no Estado de São Paulo em 2021. Os resultados para a safra 2020/2021 foram obtidos pelo levantamento de informações de 645 municípios do Estado de São Paulo.</p>
<p>Os resultados indicam uma ligeira expansão da agricultura paulista em 2020/21 em comparação com 2019/2020 de 0,56% de área plantada e perda de 2,35% no volume a ser produzido, devido a menor produtividade da terra de 2,91%.</p>
<p>O conjunto das culturas anuais apresenta acréscimo de 2,06% na produção e 0,23% na produtividade da terra. Mais especificamente para o grupo dos grãos, os indicadores apontam perda de 0,33% na produtividade e incremento 1,68% na produção por conta do aumento de 2,0% na área plantada.</p>
<p>No grupo das culturas perenes e semiperenes, houve queda na produção (-4,02%), influenciada pela menor produtividade (-4,12%), já que a área permaneceu praticamente estável (+0,13%). A menor produção cafeeira causada pelo ciclo de bienalidade de baixa contribuiu para esse resultado negativo.</p>
<p>O próximo levantamento das safras agrícolas do Estado de São Paulo será realizado em setembro de 2021 e trará os resultados finais das culturas anuais, das culturas perenes e as estimativas parciais do quarto levantamento para as culturas da cana para indústria, cebola de muda e laranja referentes à safra 2020/21. Ela trará também as primeiras informações de intenção de plantio das culturas anuais na safra de verão 2021/22.</p>
<p>Confira um resumo dos resultados das principais culturas.</p>
<p><strong>Amendoim</strong></p>
<p>O Estado de São Paulo produziu, na safra agrícola 2020/21, 26,95 milhões de sacas de 25 kg de amendoim em grão, equivalente a 673,81 mil toneladas. Esse resultado reflete um aumento de 7,8% em relação à safra passada, em função do acréscimo de 12,2% na área plantada.</p>
<p><strong>Banana</strong></p>
<p>Em junho foi realizado o quarto acompanhamento da safra 2020/21 desta cultura, que sinalizou, em relação à safra anterior, aumento de área (1,5%) e de produção (1,9%), e diminuição de produtividade (-0,7%). A atividade poderá atingir o total de 1,1 milhão de toneladas da fruta, em uma área produtiva de 54,8 mil hectares.</p>
<p>Com a desvalorização cambial, a boa qualidade da fruta, além da demanda externa aquecida, levou ao bom desempenho das exportações no primeiro semestre de 2021. As exportações somaram 55,68 mil toneladas, montante 4,62% superior ao registrado no mesmo período de 2020, e o valor auferido foi de U$$18,46 milhões, 19,13% maior que a parcial do ano passado. O carro-chefe foi a venda da banana-nanica da região de Registro. Esse produto possui alta qualidade o que impulsiona sua comercialização nos mercados europeus e nos países do Mercosul.</p>
<p><strong>Batata da seca</strong></p>
<p>Os resultados finais para o cultivo de batata da seca apontam para uma redução da área de plantio de 7,2% em relação à safra passada, com um leve crescimento da produção de 0,6%, com ganhos de 8,3% na produtividade agrícola. A área ocupada passou de 6,7 mil hectares para 6,2 mil hectares, a produção de 188,7 para 189,8 mil toneladas e a produtividade de 28.208 para 30.558 kg/ha.</p>
<p><strong>Café</strong></p>
<p>A quarta campanha de previsão de safra de café no Estado de São Paulo (junho/2021) indicou ligeiro incremento na produção (0,4%) comparado ao levantamento anterior, totalizando nesta nova estimativa colheita de 4,31 milhões de sacas de 60 kg de café beneficiado.</p>
<p>Nesse ciclo de baixa produção da lavoura, o resultado esperado para a produção paulista do café beneficiado de 4,31 milhões de sacas (258,9 mil toneladas) se posiciona 32,2% abaixo da registrada na estimativa final da colheita de 2019/20 (ciclo de alta), quando foram obtidas 6,36 milhões de sacas.</p>
<p><strong>Cana para Indústria</strong></p>
<p>A previsão da safra agrícola paulista canavieira deve totalizar 429,46 milhões de toneladas, variação negativa da ordem de 1,8% em relação à 2019/20, em consequência do decréscimo de 2,1% na produtividade agrícola. Esta, ao longo da safra, poderá finalizar em 76.727 kg/ha, valor similar ao obtido pela CONAB, causado pelas condições climáticas, menor índice pluviométrico, baixas temperaturas e a geada ocorrida no final de junho em várias regiões produtoras. Dependendo do estágio de desenvolvimento da cultura, plantio ou rebrota, essas regiões poderão sofrer grandes perdas. Além disso, a previsão de novas frentes frias em julho e agosto com ocorrência de geadas ainda mais severas preocupa os produtores.</p>
<p><strong>Laranja</strong></p>
<p>A estimativa preliminar da safra agrícola 2020/21 para a cultura da laranja, decorrente do levantamento realizado em todos os municípios do Estado de São Paulo em junho deste ano é de 303,5 milhões de caixas de 40,8 kg (12.383 mil toneladas), volume 4,5% menor ao obtido na safra agrícola anterior. O período de deficiência hídrica, principalmente nos meses de março e abril de 2021, quando os frutos já se encontram em estágio mais avançado de desenvolvimento, e a intensificação das altas temperaturas diurnas justificam o comprometimento desta safra, pois afetam negativamente estágios importantes do desenvolvimento vegetativo dos pomares, como o florescimento e o desenvolvimento dos frutos. Essa situação climática foi notada em grande parte da região produtora de laranja, principalmente na região noroeste do estado (regiões de Votuporanga e São José do Rio Preto). Entretanto, esse efeito é muito amenizado na região sudoeste (regiões de Avaré e Itapetininga), onde predomina a laranja com destino para mesa, com uso de irrigação.</p>
<p><strong>Mandioca para indústria e para mesa</strong></p>
<p>Os resultados do levantamento de junho em relação ao cultivo de mandioca para mesa apontam redução de 1,9% na área passando de 19,8 mil hectares para 19,4 mil hectares. Apesar da redução da área, a produção aumentou 1,5%, refletindo uma produtividade 3,8% maior e chegando a 16.625 kg/ha. Campinas, Sorocaba e Presidente Prudente são os principais EDRs produtores.</p>
<p><strong>Soja</strong></p>
<p>Os resultados do ano-safra 2020/2021 foram bem positivos: a área em produção foi ampliada em 4,8%, alcançando 1.154,3 mil hectares, a produtividade foi de 3.527 kg/ha, incremento de 1,2% em relação ao ano anterior e, com isso, a produção foi de 4.070,7 mil toneladas, 6,1% superior a 2019/20. Ressalta-se que esse aumento ocorreu em comparação à maior produção já ocorrida no estado, registrada em 2019/20.</p>
<p>Em relação ao desenvolvimento da cultura, observa-se que o atraso no início do cultivo, em virtude da falta de chuvas em 2020, foi compensado pelo clima favorável no período produtivo, favorecendo o estabelecimento da produtividade.</p>
<p><strong>Tomate</strong></p>
<p>O levantamento de junho finalizou a safra 2020/21 do tomate envarado ou para mesa safra de inverno (consumo in natura). O resultado final registrou expansão de 28,2% na área plantada na comparação com a safra anterior, passando de 3,9 mil hectares para 5,0 mil hectares, na produção houve incremento de 32,1%, com volume produzido de 385,3 mil toneladas e ganhos de 3,1% de produtividade (78,7 mil kg/ha).</p>
<p>Somando-se as duas safras (verão e de inverno) do ano agrícola 2020/21 para o tomate envarado no Estado de São Paulo, a estimativa final apontou produção total de 872,6 mil toneladas, 13,0% superior na comparação com a safra passada, reflexos da expansão de 11,2% na área cultivada (passando de 10,1 mil hectares para 11,2 mil hectares) e ganhos de 1,6% na produtividade (78,0 t/ha).</p>
<p>No caso do tomate rasteiro (destinado a indústria), o levantamento realizado em junho é o segundo para a safra 2020/21, e os resultados confirmam as quedas significativas de área e produção apontadas no levantamento de abril de 2021. Comparadas com a safra passada, as diminuições são de 43,8% de área cultivada (1,8 mil hectares), de 47,3% para a produção (previsão de serem colhidas 143,7 mil toneladas) e perdas de 6,2% na produtividade (80,1 t/ha).</p>
<p><strong>Trigo</strong></p>
<p>Comparativamente à safra passada, 2019/20, o resultado deste levantamento, de junho de 2021, demonstra crescimento de 9,9% em área e 16,4% na produção. Os produtores paulistas de trigo aumentam sua participação na distribuição de área e elevam a produção do cereal no estado. Os números apurados no quarto levantamento da previsão e estimativa de safra agrícola de 2020/21 de trigo indicam acréscimo de 4,8% na área cultivada (110,3 mil hectares) em relação ao levantamento de abril último, e crescimento na produção prevista de 11,2%, totalizando 361,7 mil toneladas. O ajuste positivo em área e produção elevou a produtividade esperada em 6,1%. O crescimento em área diante do levantamento de abril está associado provavelmente ao fato de que áreas ainda não informadas passaram a figurar neste levantamento de junho.</p>
<p><strong>Triticale</strong></p>
<p>Os números do terceiro levantamento da safra paulista indicam, relativamente à safra anterior, crescimentos de 89,1% na área cultivada com 4,0 mil hectares, de 79,1% na produção esperada (11,1 mil toneladas) e queda de 5,3% no rendimento (2.774 kg/ha). A cultura é desenvolvida principalmente nas regionais de Avaré, Sorocaba e Itapeva, localizadas nas regiões sul-sudoeste do estado e que respondem por 90% da área plantada.</p>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/agronegocio/295563-previsao-de-safra-estado-de-sp-deve-aumentar-em-2-06-producao-de-culturas-anuais.html#.YR6y34hKiUk">www.noticiasagricolas.com.br/noticias/agronegocio/295563-previsao-de-safra-estado-de-sp-deve-aumentar-em-2-06-producao-de-culturas-anuais.html#.YR6y34hKiUk</a></p>
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